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A pegada de carbono da sua dieta

A carne vermelha é uma das responsáveis pela emissão de carbono. Fonte: Por Stijn te Strake / unsplash.com Muito se fala nos benefícios de determinadas dietas para a saúde, mas você já parou para pensar nos impactos e potenciais benefícios para o meio ambiente? Pois é, muitas vezes atitudes que tomamos com um objetivo específico podem ter impactos em outros ambientes. Com os jogos de cassino e slots online também é assim! Optar pelos cassinos online proporciona um jogo que não traz os impactos óbvios de seus irmãos físicos. Voltando ao nosso tópico, você já deve imaginar que evitar carnes e laticínios é uma das maiores maneiras de reduzir seu impacto ambiental, de acordo com estudos científicos recentes. Mudar para uma dieta baseada em vegetais pode ajudar a combater as mudanças climáticas, de acordo com um importante relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que diz que o alto consumo de carne e laticínios do Ocidente está alimentando o aquecimento global.

O impacto dos produtos de origem animal

Você pode estar ciente de que uma dieta baseada em vegetais pode torná-lo mais saudável, diminuindo o risco de obesidade, doença cardíaca e diabetes tipo 2. Mas a pesquisas mostram que há outra boa razão para comer regularmente refeições sem carne. Um estudo, publicado em outubro na revista Nature, descobriu que, como resultado do crescimento populacional e do consumo contínuo de dietas ocidentais ricas em carnes vermelhas e alimentos processados, as pressões ambientais do sistema alimentar podem aumentar em até 90% até 2050. Segundo o estudo, a produção de produtos de origem animal gera a maioria das emissões de gases de efeito estufa relacionadas a alimentos - especificamente, até 78% do total das emissões agrícolas. Isso se deve às emissões relacionadas ao esterco, às suas baixas eficiências de conversão alimentar e à fermentação entérica em ruminantes, um processo que ocorre no estômago de uma vaca quando digere alimentos que levam a emissões de metano. Esses, dentre diversos outros fatores, preocupam alguns estudiosos do campo. Mas qual a solução? Abandonar de vez os produtos de origem animal?

Uma solução equilibrada

Especialistas concordam que, se você não estiver pronto para desistir totalmente da carne, uma dieta flexitariana, predominantemente baseada em vegetais, pode ajudar. Esta dieta inclui muitas frutas, vegetais e fontes de proteínas à base de plantas, incluindo legumes, soja e nozes, além de quantidades modestas de aves, peixes, leite e ovos e pequenas quantidades de carne vermelha. Dietas vegetarianas e veganas resultariam em emissões de gases de efeito estufa ainda mais baixas, mas uma dieta flexitariana é menos rigorosa e reduziria as emissões de gases de efeito estufa o suficiente para permanecermos dentro dos limites ambientais, segundo um dos autores do estudo.

O que é exatamente a dieta flexitariana

A dieta flexitariana é um estilo de comer que incentiva principalmente alimentos à base de plantas, enquanto permite carne e outros produtos de origem animal com moderação. A dieta flexitariana foi criada pela nutricionista Dawn Jackson Blatner para ajudar as pessoas a colher os benefícios da alimentação vegetariana enquanto ainda apreciam produtos de origem animal com moderação. É por isso que o nome dessa dieta é uma combinação das palavras flexível e vegetariana. Os vegetarianos eliminam a carne e, às vezes, outros alimentos de origem animal, enquanto os veganos restringem completamente a carne, peixe, ovos, laticínios e todos os produtos alimentares derivados de animais. A dieta flexitariana não possui regras claras ou números recomendados de calorias e macronutrientes. Na verdade, é mais um estilo de vida do que uma dieta. Não tem jeito, o segredo é uma dieta rica em frutas e verduras. Fonte: Por Dan Gold / unsplash.com

Algumas dicas de alimentos!

A dieta flexitariana é baseada nos seguintes princípios:

  • Comer principalmente frutas, verduras, legumes e grãos integrais.
  • Concentrar-se nas proteínas das plantas em vez dos animais.
  • Ser flexível e incorporar produtos de carne e animais de tempos em tempos.
  • Comer a forma menos processada e natural de alimentos.
  • Limitar a adição de açúcar e doces.

Dessa forma, ela promove o aumento no consumo de proteínas provenientes da soja, tofu, legumes e lentilhas; dos vegetais sem amido, como pimentões, couve de Bruxelas, feijão verde, cenoura, couve-flor; vegetais ricos em amido, como a abóbora, ervilha, milho, batata-doce; frutas; grãos integrais e oleaginosas. Por outro lado, deve-se reduzir produtos de origem animal e, quando chegar a hora de consumi-los, dar preferência para alimentos orgânicos ou selvagens. E você, toparia essa mudança?

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