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Conheça mais sobre a Copa Libertadores da América de Futebol Feminino

atacante chutando a gol durante partida de futebol Fonte: Pexels

Criada a partir de uma parceria entre a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e a Federação Internacional de Futebol (FIFA), a Copa Libertadores da América de Futebol Feminino começou a ser disputada em 2009, no mesmo formato da versão masculina, e se estabeleceu como uma das principais competições de futebol feminino das Américas. Desde a sua concepção, o torneio já foi disputado no Brasil em sete edições, tendo sido também sediado uma vez no Paraguai, Uruguai e Colômbia, respectivamente. Entre as equipes que já venceram a competição, o time brasileiro São José acumula três títulos, relativo aos anos de 2011, 2013 e 2014, enquanto o Santos vem logo em seguida com duas taças, das edições de 2009 e 2010. Além disso, o chileno Colo-Colo, o paraguaio Sportivo Limpeño, e as equipes brasileiras Ferroviária e Audax-Corinthians contam com um título cada. Ainda entre as estatísticas e curiosidades do torneio, o time que participou de mais edições foi o Colo-Colo, com oito participações, sendo seguido pelo colombiano Formas Íntimas, que jogou em sete ocasiões a Copa Libertadores da América de Futebol Feminino.

Guia de informações sobre a edição de 2018

Realizada entre os dias 18 de novembro e 2 de dezembro, na cidade de Manaus, a edição de 2018 será especial pois marca os dez anos desde a criação do torneio. Com várias partidas previstas para acontecerem na Arena da Amazônia, estádio construído para a Copa do Mundo de 2014, a competição desse ano contará com três equipes brasileiras, o atual campeão Audax, o Santos e o Iranduba, e um representante cada para os outros países sul-americanos. Com um formato similar a Copa Libertadores do futebol masculino, a principal diferença do torneio feminino está no número de equipes, que é inferior. No total, são doze times, os quais foram divididos em três grupos de quatro equipes cada. Após enfrentarem-se entre si, o primeiro colocado de cada grupo, somado ao melhor segundo colocado, avançam para as fases semifinais, para logo em seguida, os vencedores do confronto chegarem até à grande final. equipe de futebol feminino comemorando após marcar um gol Fonte: Pexels

Regulamentos da CBF, Conmebol e FIFA incentivam a disseminação do futebol feminino

Várias atividades consideradas tradicionalmente masculinas, como os jogos de cassino, estão se abrindo para o universo feminino e atraindo esse público. Com o futebol, isso não é diferente, e pode ser notado através do grande incentivo concedido pelas principais instituições do esporte ao desenvolvimento da modalidade. No início de 2017, por exemplo, os clubes de futebol do Brasil foram informados que, a partir da temporada de 2019, somente aqueles que possuírem uma equipe de futebol feminino disputando algum torneio em âmbito nacional, teriam a chance de participar da Copa Libertadores da América, o principal evento de futebol masculino do continente. No momento em que a CBF determinou esse pré-requisito, apenas 7 dos 20 clubes que disputavam a primeira divisão do Campeonato Brasileiro, e portanto tinham chances de se classificar para o torneio sul-americano, já possuíam um time bem estruturado de futebol feminino, o que demonstra que muito ainda precisava ser feito para que a modalidade tivesse mais reconhecimento por parte dos clubes nacionais. Porém, medidas como essa demonstram que, de agora em diante, o futuro deverá ser promissor para essa atividade no país.


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